segunda-feira, 17 de março de 2008

O Jornal do Crédito foi desvendar mais do Montepio Geral

Estas Associações gerem com rigor e profissionalismo os fundos constituídos pelas quotas e contribuições dos seus Associados, permitindo acautelar o futuro próprio e/ou dos seus familiares.

Estas Associações gerem com rigor e profissionalismo os fundos constituídos pelas quotas e contribuições dos seus Associados, permitindo acautelar o futuro próprio e/ou dos seus familiares, através da garantia do recebimento de assistência ou de uma retribuição em dinheiro.

Criado em 1840, com o espírito mutualista de entre ajuda, o Montepio tornou-se a maior Instituição Mutualista e Financeira de capitais privados exclusivamente portugueses. Único no panorama bancário português e ligado à economia social, representa, na sua actividade, valores como o associativismo, a solidariedade e o humanismo.

Aos fins mutualistas junta-se o objectivo de satisfazer as necessidades bancárias e financeiras dos seus Associados e Clientes, com uma gama completa de produtos e serviços.

De forma solidária e participativa, os Associados do Montepio têm criado soluções de protecção e poupança, com segurança e valorização crescente, para diversos fins. A Reforma, família e jovens são três preocupações com resposta nas soluções mutualistas do Montepio.

Por ser uma Instituição Mutualista, o Montepio adoptou desde sempre o pelicano como símbolo, que traduz protecção e amparo. Apesar de, ao longo dos anos o símbolo ter sofrido algumas alterações, primeiro apresenta-se a imagem do pelicano a alimentar as suas crias, depois o pelicano sozinho, e novamente o pelicano com as suas crias.

Deste modo, e mantendo o ideário do auxílio e da protecção associado pela mitologia ao pelicano, o novo símbolo assume e apresenta o pelicano como verdadeiro protector da familia.

A imagem do pelicano com a sua cria, pretende mostrar para além da protecção, a relação inter-geracional que deve existir entre pais e filho, avós e netos. Valores tão prezados pelo Montepio

Crise financeira é a mais grave desde a II Guerra

Segundo declarações de Alan Greenspan, ex-governador do banco central norte-americano, Reserva Federal, a crise financeira actual poderá ser considerada a mais grave desde a Segunda Guerra Mundial.

Alan Greenspan considera que “a actual crise financeira nos Estados Unidos vai ser verdadeiramente considerada como a mais grave desde o fim da Segunda Guerra Mundial”. Acrescentando o ex-governador que “ela chegará ao fim quando o preço dos bens imobiliários estabilizar e por inerência os preços dos produtos financeiros ligados aos empréstimos hipotecários”. Segundo Alan Greenspan “esta crise fará numerosas vítimas, e o sistema de avaliação de riscos actualmente no terreno será particularmente afectado”, no entanto o ex-governador da Fed espera que “uma das vítimas não seja o sistema de supervisão mútua (através dos actores e intervenientes do sector financeiro) e a auto-regulação financeira como mecanismo fundamental de equilíbrio para o sector financeiro mundial”.

Para finalizar Greenspan declara que “a gestão de risco nunca atingirá a perfeição e chegará sempre o momento onde fracassará e, uma verdade incomodativa será posta a nú, provocando uma resposta inesperada e brutal”.

sábado, 1 de março de 2008

O BPI está no primeiro lugar do pódio das melhores ofertas do crédito pessoal

Nos últimos anos, houve um aumento da procura aos créditos pessoais. Obter um crédito, tornou-se numa acção banal, comparando com a ponderação que existia á alguns anos. Esta procura incansável deve-se às descidas das taxas de juros inicias e a manutenção dos valores baixos ao longo do crédito.

No estudo realizado pelo jornal do crédito, baseado em simulações dos sites oficiais dos bancos portugueses, um jovem de 26 anos de idade tem o objectivo de pedir um crédito pessoal a um banco no valor de 5 mil euros, para pagar num prazo de 60 meses.

Os melhores valores que lhe são propostos, são oferecidos pelo o BPI, com uma TAEG desde 7% e uma taxa nominal a partir de 5,50%. Acabando por traduzir tudo isto numa prestação mensal de 100 euros.

Bancos

TAEG

Taxa nominal

Prestação mensal

Millenium Bcp

14,313%

12,00%

107,47€

BPI

7%- 14,93%*

5,50% - 12,50%*

100€

Santander Totta

17,612%

13,500%

116,44€

Banif

17,191

14,00%

116€

Montepio

13,020

8,98%

111,99€

Banco Best

16,2%

Não indicada

118,82€

BBVA

7,911%

7%

111,29€

* Taxa especial

Embora estas taxas possam não ser cedidas no seu valor mínimo, continuam relativamente baixas comparando com propostas como as do Santander Totta e do Banif. As duas identidades bancárias cobram de início taxas relativamente altas, TAEG nos 17% e uma taxa nominal de 14% no caso do Banif.

Quanto ao valor da prestação mensal de início não é muito variável de banco para banco, a média de preçário ronda os 110 euros. O Banco Best foi a entidade com a prestação mais elevada, 118,82€ mensais.

Se já é cliente do banco onde vai adquirir o seu crédito pessoal, as facilidades são maiores, pois poderá sempre negociar o valor proposto, com domiciliações e adesões a serviços que sejam favoráveis a ambas as partes. Se esta é uma possibilidade, provavelmente irá conseguir as taxas mais desejadas que lhe falámos. Quanto mais produtos aderir, mais baixas serão as taxas.

Os preços e taxas também variam consoante a finalidade que quer dar ao crédito pessoal. Já existe uma vasta gama de opções, e cada uma tem taxas e preços individuais. Por isso quando for fazer o crédito informe-se das condições que o banco lhe oferece para a específica utilização.

Saiba o que é preciso para ser um investidor de sucesso

Muitos portugueses questionam-se sobre o que é necessário para se investir eficazmente na bolsa. O Jornal do Crédito fez um vox pop nas ruas Lisboetas para saber quais as principais dúvidas existentes. Conheça as respostas às perguntas mais frequentes e descubra quais os passos que deve seguir se estiver interessado em ser um investidor de sucesso.

Embora a situação económica em Portugal não seja a melhor, existem inúmeras empresas que têm evoluído bastante nos últimos tempos. O dinamismo registado com os anúncios de OPA´s em empresas de diversos sectores da economia, têm conseguido despertar o interesse de muitos cidadãos portugueses para a bolsa. Embora seja de conhecimento público, que investir na bolsa é um negócio bastante rentável, há que ter em conta que nem todas as pessoas são detentoras de um perfil adequado para o fazer.

Mas existem muitos portugueses que ainda não têm um grande conhecimento sobre o assunto, não sabendo ao certo como é que funciona a compra e venda de acções. Para tentarmos perceber melhor as duvidas existentes no nosso país, o Jornal do Crédito foi até à Baixa Pombalina, na grande Lisboa, saber quais as principais questões que os lisboetas gostavam de obter respostas na área da Bolsa.

Dos 25 entrevistados, escolhemos as sete perguntas mais colocadas.

  1. Investir em acções pode ser um negócio vantajoso?

Investir em acções, é um negócio a longo prazo. Os lucros não são certos e tudo depende da situação económica que o país se encontra. Se a economia estiver num período estável, que permita a criar oportunidades para as empresas crescerem, ou se desenvolverem mais, é um bom negócio. Temos que ter em conta que quando as empresas lucram mais, os seus accionistas também vão ganhar mais, mas se o contrário se verificar, os accionistas também vão perder com isso.

Investir neste mercado exige bastante cautela, há que avaliar todos os riscos, e nunca se pode esquecer que investir na bolsa é uma questão de análise, como poderá verificar mais à frente.

  1. Qual é o processo das operações de compra e venda?

O processo das operações de compra e venda baseia-se normalmente em dois lados. Imagine o investidor x quer comprar acções de uma determinada empresa, já o investidor y quer vender as acções que é detentor dessa mesma companhia. O que acontece nessa altura é que ambos enviam ordens de compra e venda para as suas correctoras. Estão vão transmitir a informação que irá ser comparada consoante todas as ofertas existentes em tempo real. Caso os valores apresentados de ambas as partes sejam iguais, o negócio é fechado automaticamente. Caso não sejam compatíveis é proposto outro negócio que satisfaça ambos. Mas com o número elevado de investidores a comprar e vender acções diariamente os negócios são fechados com bastante rapidez.

  1. Existe um valor mínimo para começar a investir?

Não. O valor que é aplicado varia consoante o preço das acções que o investidor quer adquirir, e altera-se também devido às taxas aplicadas pela sua correctora. Mas normalmente a compra de acções é realizada por lotes de 100 ou 200 acções. Vamos supor que o investidor x queria comprar um lote de 100 acções num custo de 50 euros por acção, no total iria pagar 5000 euros. Também existe a opção do mercado fraccionários onde pode comprar poucas acções, mas é uma questão que sofre inúmeras análises.

  1. Existe um tempo predefinido até que possa vender uma acção?

Não, não existem tempos definidos. O investidor não tem um prazo máximo nem mínimo para poder vender uma acção, pode fazê-lo quando bem entender. Existem accionistas que compram uma acção num dia, e horas depois estão a vendê-la. Em contrapartida existem pessoas que ficam anos, décadas, com as mesmas acções.

  1. É possível negociar-se via Internet?

Sim é possível. Actualmente, em Portugal, 27% das ordens em bolsa são efectuadas pela Internet. Investir pela via da Internet, regra geral, é mais rápido e barato.

  1. Que cuidados deve ter um investidor que entrou no mundo da bolsa há pouco tempo?

Em primeiro ligar, é preciso estar mentalizado que este negócio tem riscos, embora possam existir lucros altos, os valores variam consoante o estado da economia, dos sectores em questão, e até às empresas que está a pensar em vestir. Nunca se deixe desactualizar, um investidor da bolsa deve estar constantemente informado sobre as subidas e as descidas do mercado, para isso existem inúmeros locais que pode recorrer. Neste site existem gráficos que o ajudam a saber como estão algumas empresas do nosso país, com actualizações a todos os minutos

  1. O que é que é preciso ter em conta no momento que vai fazer um investimento?

Deve ter sempre dois pontos em consideração: em primeiro lugar a liquidez da acção escolhida, ou seja, a facilidade de vender acções no momento do resgate do investimento; em segundo as possibilidades de ganho, risco, e as possíveis perdas.

Mas para além dos pontos já esclarecidos, o factor analise é um dos mais importantes. É com os resultados da sua análise que irá perceber se é um bom negociador. Nesta área existem dois tipos de análise que devem ser considerados, a análise técnica e a fundamental.

A análise técnica está ligada essencialmente ao estudo das variações passadas, que normalmente se verifica num curto prazo, de uma acção. Nesta análise estudam-se indicadores, tendências e gráficos com o objectivo de prever o futuro comportamento da acção em questão. Esta é normalmente utilizada por accionistas que negociam diariamente as suas acções, e que não avaliam directamente o desempenho do mercado ou da empresa.

Já a análise fundamental estuda o comportamento económico e financeiro da empresa que pretende comprar uma acção, passando também por analisar o mercado onde a mesma se insere. Este estudo é efectuado a longo prazo, pois são avaliados resultados passados da empresa, a evolução do mercado num determinado tempo, o desempenho da empresa em relação à concorrência e estabilidade económica do país em questão.

Normalmente instala-se uma dúvida em relação à análise que deve optar, mas não tem que fazer uma escolha. Pode optar por fazer as duas, mas tendo em conta que antes de comprar alguma acção, é sempre necessário fazer estudos.

E por mais que estude todos os pormenores a bolsa não dá garantias, não é um acontecimento certo.

Mas geralmente, os analistas recorrem a indicadores sob a forma de quocientes, entre outras grandes informações retiradas da contabilística da empresa em questão. Estes estudos servem para comparações, seja na mesma empresa ou noutras do mesmo sector durante o mesmo período de tempo. Existem quocientes de liquidez, que medem a capacidade que a empresa tem em cumprir os seus compromissos a curto prazo. Os de rentabilidade que analisam a capacidade que a instituição tem em conseguir resultados, os de endividamento, que avaliam a intensidade que a empresa recorre a empréstimos, e por fim os de actividade que demonstram a eficiência na gestão do activo.

Para que compreenda exactamente do que lhe estamos a falar, exemplificamos de seguida alguns cálculos dos quocientes mais utilizados.

- Grau de Liquidez, consiste na soma dos créditos de curto prazo com as disponibilidades, a dividir pelo o passivo a curto prazo.

- Rentabilidade das vendas, baseia-se na soma de Res. Operacionais com as amortizações, dividindo tudo pelo o volume dos negócios.

- Grau de Solvabilidade é a divisão entre a dívida financeira pelos capitais Próprios.

- Tempo Médio de Existências descobre-se efectuando uma divisão entre as Existências com o custo de vendas, multiplicando esse valor por 365.

Mas se as suas dúvidas recaem sobre as fórmulas de cálculo da valorização das acções as contas são mais fáceis. Para saber o valor nominal, apenas deve dividir o capital social pelo seu número total de acções. Já o valor contabilístico da acção calcula-se pela divisão entre o capital próprio e o número total de acções. Por último se deseja saber qual o valor da capitalização bolsista deve multiplicar a cotação pelo o número total de acções.

À primeira vista, este é um negócio demasiadamente complexo, que pode assustar um possível interessado. São necessários muitos estudos para conseguir efectuar bons negócios. Talvez por isso, nos últimos anos o aparecimento de cursos para principiantes na bolsa tenha aumentado consideravelmente.

É bom saber desde o início que existe um serviço criado pela CMVM chamado o SAI. Este foi criado com o objectivo de esclarecer e informar todos os investidores, e também ouvir as suas reclamações e sugestões. Se pretender um programa de formação, também pode recorrer a este serviço, existem seminários, conferências, manuais entre outros, que o poderão ajudar a perceber melhor este meio.

Para colmatar toda esta informação sobre a Bolsa, ficam os cinco conselhos que antes de qualquer decisão deve seguir, relembrando sempre que antes de investir em acções deve ter consciência do grau de risco que um determinado investimento possa ter.

5 Conselhos úteis para um futuro investidor na bolsa


1. Avalie sempre o seu património.

O investidor é sempre uma pessoa consciente, que conhece bem as suas capacidades de investimento e não arrisca para além do limite disponível.

2. Defina qual é o seu perfil de investidor.

Existem diversas perguntas que pode colocar a si próprio para descobrir qual é o seu perfil de investidor. Gosta do risco? Procura ganhos imediatos? Está disponível para uma rentabilização a longo prazo? Com todos os produtos existentes, deve conhecer bem o seu perfil, para perceber qual é o que melhor se adapta a si.

3. Estabeleça objectivos.

Para ser um bom investir deve ser uma pessoa controlado, que sabe quando deve parar de investir, existem limites, e nós devemos saber impô-los a nós próprios.

4. Conheça bem o mercado.

É fundamental estar sempre atento a todas as questões que envolvem o mercado financeiro, e aos poucos ir conhecendo os historiais das empresas cotadas na bolsa. Leia sempre as notícias do mercado empresarial, acompanhe os movimentos, resultados e nomeações.


5. Diversifique.

Não deve concentrar todos os seus investimentos numa só empresa. Para reduzir os riscos e potenciar os ganhos, nada melhor do que “apostar” em diversas empresas de inúmeros sectores.

Credial e Capital Mais com uma diferença de quase 10% nos seus produtos

Adquirir um crédito pessoal numa financeira é fácil. Ficar com uma TAEG acessível, é mais complexo. A rapidez da transferência do crédito é garantida pela maioria das financeiras. Saiba agora, quais são as

Nos dias que correm conseguir realizar os seus sonhos não é tarefa fácil. Sejam umas férias longe do seu país ou umas obras no apartamento, tudo tem um preço. Preço este, que cada vez foge mais do alcance da maioria dos portugueses. Talvez por isso a procura dos créditos pessoais tenha vindo a aumentar.

Consequentemente, o número de financeiras tem vindo a crescer em terras lusas. A facilidade é um dos motivos que atrai a maioria dos futuros clientes. Muitas vezes há quem prefira pagar mais na sua prestação mensal, se o crédito for concedido rapidamente.

O jornal do crédito, estudou algumas das financeiras mais procuradas pelos portugueses, sendo o objectivo simular nos sites quanto é que um jovem de 26 anos fica a pagar mensalmente por um crédito pessoal de 5 mil euros, num prazo de 60 meses.

Ao analisarmos cada tipo de crédito, as melhores condições são oferecidas pela Credial. Com uma TAEG de 19,14% e uma TAN de 16,50, acaba por traduzir tudo numa prestação de 120 euros.

Financeira

Crédito Pessoal

Valor do crédito

Número de mensalidades

Valor da mensalidade

TAN

TAEG

Credial

Credial XL

5.000€

40 + possibilidade de amortizações adicionais

120€

16,50%

19,14%

Cetelem

Crédito pessoal*1

5.000€

60

126.54€

*

*

GE Money

Crédito Final Feliz

5.000€

72

134.43€

23,50%

27,97%

Barclays Finance

Barclays Finance

5.000€

60

128.28€

17,5%

19,80%

Credibom

Credibom

5.000€

60

126.17€

16%

19,22%

Cofidis

Maxicrédito

5.000€

71

115

16,8%

19,51%

Capital Mais

Crédito Pessoal Capital Mais

De 4.001€ a 5.000€

Não disponível no site

165€

23,99%

28,61%

*1 – Existem vários tipos de crédito pessoal, especializados, na maioria dos casos os valores mantêm-se. Peça mais informações num balcão. * - A empresa não disponibilizou os dados

Nos créditos pessoais verificamos normalmente uma TAEG alta. Mas a Capital Mais é a detentora dos valores mais elevados. Uma TAEG de 28,61% e uma taxa nominal de 23,99%. Consequentemente o valor da mensalidade é mais alta. Embora no site oficial não houvesse a indicação dos prazos, normalmente uma taxa alta equivale a uma prestação elevada.

Se analisarmos a diferença entre a melhor e a pior oferta do estudo, apercebemo-nos que existem 9,47% de diferente em relação a TAEG da Credial e da Capital Mais.

Nas financeiras os preços variam bastante, deve ter sempre atenção a TAEG do crédito que vai aderir.

Existem inúmeros tipos de créditos nas várias financeiras do país. Antes de assinar qualquer tipo de empréstimo, saiba de todas as condições do contracto.

Atendimento competente consoante os dias na Cetelem

Ser atendido por profissionais competentes é um direito de qualquer pessoa. Mas nem todas as empresas contratam funcionários com um perfil adequado. O Jornal do Crédito apurou que funcionários da Cetelem fornecem informações falsas.

No decorrer de um estudo sobre as vantagens existentes no crédito pessoal, para um consumidor que não é cliente de nenhuma financeira, o Jornal do Crédito apurou que a Cetelem fornece informações falsas no atendimento ao cliente via telefónica.

O acontecimento sucedeu no dia 18 de Fevereiro às 9 horas, quando solicitadas as taxas de vários tipos de créditos pessoais por telefone, por um funcionário que não se identificou.

Depois da chamada ser reencaminhada de pessoa para pessoa, e de termos que ligar inúmeras vezes, foi-nos fornecido um número para esclarecer todas as dúvidas existentes. O espanto foi que ao começarmos a explicar o tipo de informações que desejávamos obter, apercebemo-nos que o número cedido não tinha qualquer ligação à Cetelem.

“Desculpe minha senhora, mas isto não pertence à Cetelem, isto é uma empresa de Construção Civil” , afirmou a pessoa do outro lado da linha telefónica.

Para além dos funcionários não se identificarem normalmente com o seu apelido, este não é o primeiro caso de queixas relativamente à Cetelem.

Na página www.queixas.co.pt pode encontrar inúmeras queixas relativamente a esta financeira, tentámos falar com alguns dos queixosos mas não obtivemos nenhuma resposta até ao momento em que estas linhas foram escritas.

Mas há que realçar que nem sempre os clientes são mal esclarecidos. O atendimento da Cetelem, depende de quem está do outro lado, existem bons e maus profissionais.

Dias seguintes, retomamos a ligação para ver se conseguíamos a informação que tinha sido solicitada da primeira vez, e o atendimento foi perfeito, a funcionária que estava do outro lado da linha, esclareceu as dúvidas apresentadas, e do início ao fim da conversa manteve-se profissional e educada.